Sou a Luciana Mello, blogueira e apaixonada por bebês. Amante de assuntos maternos. Meu blog compartilha informações interessantes sobre as peculiaridades do relacionamento entre pais e filhos. Meus conhecimentos vão ajudar você a aprender mais sobre como funciona a vida infantil. Eventualmente, posto atualizações do mundo da gestação.
segunda-feira, 1 de julho de 2019
Desemprego na zona do euro cai a 7,5% em maio, menor nível desde 2008
A taxa de desemprego da zona do euro recuou de 7,6% em abril para 7,5% em maio, atingindo o menor nível desde julho de 2008, segundo dados com ajustes sazonais divulgados hoje pela agência oficial de estatísticas da União Europeia, a Eurostat. O resultado surpreendeu analistas consultados pelo The Wall Street Journal , que previam manutenção da taxa em 7,6%.
Em maio, o número de desempregados no bloco europeu diminuiu 103 mil em relação ao mês anterior, informou a Eurostat. Fonte: Dow Jones Newswires.
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Em Wimbledon, treinamento mental vira trunfo dos tenistas favoritos ao título
Rafael Nadal, Roger Federer e Novak Djokovic. Além de títulos, conquistas e feitos históricos, o que os três tenistas têm em comum é uma poderosa força mental dentro de quadra. Uma capacidade psicológica diferenciada que permitem a eles superar lesões e problemas do mais variados para brilhar no saibro, nas quadras duras e, a partir desta segunda-feira, também na grama de Wimbledon e suas duras batalhas de até cinco sets. Parte do segredo deles é o chamado treino mental, que se tornou essencial em equipes, clubes e até entidades, como o Comitê Olímpico do Brasil (COB).
Por caminhos diferentes, os três principais favoritos ao título do Grand Slam londrino investiram tempo e energia em formas de cultivar a força mental. Atual número 1 do mundo, Djokovic é quem mais se dedicou a um trabalho mental mais formal. Seu treino se baseia na meditação do tipo “mindfulness”, que poderia ser traduzido como “atenção plena”.
“É uma forma de meditação em que, em vez de buscar o silêncio e encontrar a ‘paz interior’, você permite e aceita o próprio fluxo de pensamentos, objetivamente, sem julgá-los, enquanto se mantém com plena consciência daquele momento naquele tempo da realidade”, explicou o tenista, em seu livro “Sirva para Vencer”. Djokovic, que atribui sua ascensão no circuito também a este treino mental, diz praticar a meditação por ao menos 15 minutos por dia.
Federer nunca expôs publicamente a sua técnica mental para manter a concentração. Mas já indicou diversas vezes que segue padrão semelhante ao de Djokovic, na tentativa de conviver com os pensamentos negativos que lhe ocorrem ao longo de uma partida importante. “Não importa quão positiva seja uma pessoa, a negatividade estará em torno de você em algum momento e você começa a pensar: estou perdendo por 6/4, fiz tudo errado, deveria ter feito isso e aquilo”, disse o suíço após dura vitória em Roterdã em 2018. Foi no torneio holandês que ele recuperara a posição de número 1 do mundo.
Nadal, por sua vez, aposta em uma atitude mental que parte “de fora para dentro”, seguindo orientação do seu tio e então técnico Toni. Para o hoje ex-treinador, o tenista deve se apresentar com uma “cara boa” para o jogo. A técnica influenciaria e condicionaria a confiança do atleta por exigir um rosto sem expressão, sem a irritação por um erro no ponto anterior ou a empolgação pelo acerto. A ideia é manter o pensamento somente no presente.
As técnicas usadas pelos grandes tenistas do circuito vão ao encontro do que pregam os especialistas. Para eles, a força mental é tão importante que pode até compensar limitações técnicas. É o que diz Marcelo Abuchacra, psicólogo especializado em tênis, a respeito do espanhol campeão de Roland Garros pela incrível 12.ª vez, no mês passado.
“A força mental dele se sobressai em relação aos demais tenistas. Tecnicamente, ele pode ser inferior ao Federer ou ao Dominic Thiem, que foram derrotados por ele em Paris e são mais completos. Mas o Nadal compensa isso com suas habilidades psicológicas”, explicou Abuchacra, que atua com tenistas e jogadores de futebol tanto no consultório quanto nos treinos. “Um atleta não precisa treinar sua técnica e o físico? Então tem que treinar a parte mental também. E, da mesma forma, precisa de um treinador para isso. É preciso conhecimento científico para ir a fundo na performance”.
Uma das três preparadoras mentais do COB, a psicóloga Alessandra Dutra reforça que o trabalho mental deve fazer parte da rotina. “É mais ou menos como ir para a academia. Você reserva uma hora por dia para treinar, assim como treina outros aspectos, como o físico e o técnico”, ensinou. A repetição se justifica: “A performance depende muito do autoconhecimento. Quanto mais se conhece, mais o atleta consegue entender as suas forças. E isso lhe dá ferramentas para lidar com as adversidades, tanto na competição quanto no cotidiano”.
Além da meditação, os especialistas ensinam outras técnicas aos atletas, como a respiração diafragmática, e a dessensibilização, que consiste em deslocar o foco do atleta, principalmente quando ele está com lesão. Há ainda exercícios neurocognitivos, de visualização, para a chamada “acomodação emocional”. O objetivo é fazer com que a performance esportiva não prejudique a saúde mental do atleta.
De acordo com a psicóloga, o treino mental já conta com aval científico. “Temos psicólogos brasileiros do esporte que já fizeram doutorado sobre o tema e mostraram como estes recursos são superimportantes e indicados para aumentar a performance dentro ou fora do esporte”.
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Começa venda antecipada de ingressos para a Bienal do Livro do Rio
Começou nesse domingo (30) na internet a venda de ingressos para a 19ª Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, que será realizada no Riocentro, na Barra da Tijuca, zona oeste da capital fluminense, de 30 de agosto a 8 de setembro. Os ingressos custam R$ 30 a inteira e R$ 15 a meia e estão disponíveis no site da Bienal
A organização do evento lembra que com o ingresso na mão, o visitante pode ir à Bienal em qualquer dos dez dias do evento, mas que o ingresso é válido somente para um dia.
A meia-entrada é válida para estudantes, idosos, portadores de necessidades especiais e acompanhantes, jovens de 15 a 29 anos pertencentes a famílias de baixa renda, menores de 21 anos e professores e profissionais da rede pública de ensino do Rio de Janeiro.
Gratuidade
Nos guichês específicos do Riocentro, haverá ainda gratuidade para crianças com até um metro de altura; escritores, desde que apresentem um livro de sua própria autoria; professores de escolas ou universidades das redes públicas e particulares; profissionais do livro; bibliotecários; guias turísticos. É exigido documento de identificação com foto e documentos específicos para cada caso. Os organizadores informam também que autores, bibliotecários e professores têm direito à gratuidade nos 10 dias de evento mediante cadastro prévio no site.
O maior encontro literário do Brasil oferecerá ao público nesta edição contato com escritores convidados, nacionais e internacionais, que participarão da programação dos vários espaços culturais. O país homenageado na 19ª Bienal do Rio será o Japão.
Visitação escolar
Para a visitação escolar, as inscrições das escolas públicas e particulares começam hoje (1º) no site da Bienal. Programa social do evento, a visitação escolar tem por objetivo aproximar os estudantes do mundo dos livros, visando à criação do hábito da leitura e conscientizando sobre a importância do livro na vida das pessoas. A visitação é destinada exclusivamente a alunos na faixa etária de 6 a 14 anos e seus acompanhantes, durante seis dias da feira.
A Bienal recomenda às escolas que destaquem quatro professores ou responsáveis para cada grupo de 40 alunos. Maiores informações podem ser obtidas no e-mail coordenacaoescolar.bienal@glbr.com.br.
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PMI industrial da zona do euro cai a 47,6 em junho e marca contração pelo 5º mês
O índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) industrial da zona do euro caiu de 47,7 em maio para 47,6 em junho, atingindo o menor nível em três meses, segundo pesquisa final divulgada hoje pela IHS Markit. A leitura abaixo de 50 marcou contração na manufatura do bloco pelo quinto mês consecutivo.
O resultado final ficou abaixo da prévia de junho e da previsão de analistas consultados pelo The Wall Street Journal, de 47,8 em ambos os casos.
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