segunda-feira, 30 de dezembro de 2019

Cantora de forró Andreia Ribeiro, passa mal e morre durante show no Piauí

Andreia Ribeiro, cantora e compositora de forró de 24 anos, morreu na madrugada deste domingo (29), enquanto realizava um show na cidade de José de Freitas, a cerca de 45 km de Teresina.

• Morre aos 95 anos a atriz Hilda Rebello, mãe do diretor Jorge Fernando
• Morre, aos 72 anos, Antonio Guerreiro, o fotógrafo das estrelas

Andreia faleceu após sentir um mal súbito. Ela foi socorrida no hospital da cidade e transferida para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital de Urgências de Teresina, mas sofreu paradas cardiorrespiratórias e faleceu na manhã de domingo (29).

Segundo Hospital de Urgências de Teresina, Andreia faleceu às 8h30 de domingo.

Leia abaixo a nota divulgada pelo hospital:

A paciente Andreia Ribeiro sofreu um mal súbito na cidade de José de Freitas. Em decorrência do mal súbito ela sofreu vômito e broncoaspiração, e deu entrada no hospital da cidade, onde foi entubada e encaminhada para o HUT.

A paciente chegou ao HUT às 5h28 em estado gravíssimo e foi prontamente atendida. Os médicos fizeram todas as manobras possíveis para a reanimação da paciente, porém ela veio a obito às 8h30 da manhã.

No sábado (28) , Andreia havia usado o instagram para mostrar seu preparativo para o show de pré-reveillon na praça central de José de Freitas. Ela deixou agradecimentos à cabeleireira, ao tatuador, além de citar duas lojas, uma da saia que ela vestia e a outra dos óculos.
“Que ninguém tenha o poder de tirar seu sorriso. Hoje tem, minha galera de José de Freitas. Tô chegando”, escreveu na legenda do post.

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Balanço de atentado na Somália sobe para 81 mortos

O balanço do atentado de sábado em Mogadíscio, capital da Somália, subiu para 81 mortos, após o falecimento de duas vítimas gravemente feridas, anunciou o ministério da Informação.

“O número total de mortos é 81. Duas pessoas faleceram em consequência dos ferimentos. Uma delas estava entre os feridos em estado grave que foram transferidos para a Turquia no domingo e oura vítima faleceu em um dos hospitais de Mogadíscio”, declarou à AFP o porta-voz do ministério, Ismail Muktar.

Mais de 10 pessoas continuam desaparecidas desde o atentado com carro-bomba contra um posto de controle em um bairro popular, o mais violento em Mogadíscio em dois anos.

Um balanço anterior citava 79 mortos e 125 feridos. O atentado não foi reivindicado, mas o presidente somali Mohamed Abdullahi Mohamed, conhecido como “Farmajo”, acusou o grupo islamita Al Shabab.

Este grupo vinculado à Al-Qaeda executa com frequência atentados com carro-bomba em Mogadíscio, parte da insurreição contra o governo apoiado pela comunidade internacional.

O atentado foi o mais violento na capital somali desde 2017, quando um caminhão-bomba matou mais de 500 pessoas, uma ação que tampouco foi reivindicada.

Os islamitas do grupo Al Shabab não costumam reivindicar os atentados que provocam muitas vítimas entre a população civil pelo temor de perder o apoio que ainda possuem entre os somalis.

Entre os 81 mortos estão pelo menos 16 estudantes da universidade privada de Banadir, que viajavam em um ônibus no momento da explosão, e dois cidadãos turcos.

Desde 2015, a Somália registrou 13 atentados que deixaram pelo menos 20 mortos, 11 deles na capital.

Expulsos de Mogadíscio em 2011, os islamitas do Al Shabab, que declararam guerra ao governo somali e à comunidade internacional que apoia o regime, perderam seus principais redutos, mas ainda controla amplas zonas rurais, onde executam operações de guerrilha e atentados suicidas.

Atualmente possuem entre 5.000 e 9.000 combatentes.

O governo dos Estados Unidos anunciou no domingo que matou quatro “terroristas” durante bombardeios executados na Somália.

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Em 24 Estados, juízes ganham mais de um salário mínimo de vale-refeição

Juízes de 24 Estados recebem por mês mais de R$ 1 mil de vale-refeição. Em Pernambuco, o valor chega a R$ 4.787 – o equivalente a 4,8 vezes o salário mínimo em vigor (R$ 998) e mais que o dobro da renda média mensal dos trabalhadores brasileiros, que é de R$ 2.317 mensais.

Os juízes estaduais podem gastar em restaurantes, à custa dos cofres públicos, um valor que muitas famílias precisam esticar, e muito, para cobrir as despesas do mês. Só entre os beneficiários do INSS, 23,7 milhões recebem até um salário mínimo por mês (67,1% do total). O salário médio dos magistrados estaduais é de R$ 43.437, bem acima do teto de R$ 35.462. Isso ocorre porque o valor inclui diversos penduricalhos, como vale-refeição, auxílio-moradia, auxílio pré-escolar e auxílio-natalidade.
Os valores e os critérios desses auxílios podem variar em cada Estado. Por serem verbas indenizatórias, elas são isentas de qualquer tributo, incluindo contribuição previdenciária e Imposto de Renda.

Crítico contumaz desses penduricalhos, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (ST), afirma que o teto constitucional se tornou “piso”. “Todo esse quadro de desorganização exige uma disciplina nacional. Isso é mais uma forma de furar o teto”, disse.

Apenas três Estados pagam auxílio-alimentação até o valor vigente para o Judiciário federal, que é de R$ 910 mensais: Maranhão, Paraná e Rio Grande do Sul. As cifras são maiores do que o Executivo da União paga a seus funcionários em vale-refeição (R$ 458 mensais).

O problema dos auxílios é que, embora seja necessário aprovar uma lei para criá-los, seu valor é decidido de forma administrativa, muitas vezes pelos próprios beneficiários. O orçamento do Judiciário estadual, por sua vez, é blindado de qualquer crise: mesmo que haja frustração na arrecadação, o governador é obrigado a repassar a verba, livre de qualquer corte ou bloqueio, para não caracterizar interferência em outro Poder.

Relator de uma proposta que regulamenta esses benefícios, o deputado Rubens Bueno (CDD-PR) afirma que o valor do auxílio-alimentação dos juízes é um “escândalo”. “Os juízes perderam a compostura e esqueceram o que significa uma nação. Deveriam fazer a lei valer para todos, mas burlam a norma para obter benefícios próprios”, diz.

O governo sinalizou que pretende enviar uma proposta de reforma administrativa ao Congresso em fevereiro, de acordo com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Este mês, Maia disse que “não dá mais para segurar” o debate sobre a regulamentação dos pagamentos acima do teto e sobre as férias de 60 dias dos juízes.

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Bolsonaro sanciona PPA com veto a diretriz de desenvolvimento sustentável

O Diário Oficial da União (DOU) publica nesta segunda-feira, 30, a lei que institui o Plano Plurianual da União para o período de 2020 a 2023. O texto foi sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro com um veto. Bolsonaro deixou de fora das diretrizes traçadas no chamado PPA “a persecução das metas dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas”.

Depois de ouvir a Advocacia-Geral da União, o governo justificou o veto afirmando que “o dispositivo, ao inserir como diretriz do PPA 2020-2023 a persecução das metas dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas, sem desconsiderar a importância diplomática e política dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas, acaba por dar-lhe, mesmo contrário a sua natureza puramente recomendatória, um grau de cogência e obrigatoriedade jurídica, em detrimento do procedimento dualista de internalização de atos internacionais, o que viola a previsão dos arts. 49, inciso I, e art. 84, inciso VIII, da Constituição Federal”.

O PPA é o principal instrumento de planejamento de médio prazo para ações do Executivo e tem como objetivo traçar as prioridades para o período e estabelecer metas e prazos.

O projeto de lei do PPA aprovado pelo Congresso Macional no início do mês elevou em R$ 37,5 bilhões o valor destinado a projetos prioritários nos quatro anos do plano, que passou de R$ 16,5 bilhões para R$ 54 bilhões. Além disso, o PL permitiu que os investimentos prioritários sejam financiados por emendas parlamentares impositivas.

O texto também restringiu o grau de liberdade do Poder Executivo para alterar os projetos prioritários a 25% do valor total da carteira e definiu ainda que, a partir de 2021, novos projetos de grande vulto somente poderão ser iniciados se estiverem registrados em um Banco de Projetos e tiverem atestado prévio de viabilidade técnica e socioeconômica. Serão considerados de grande vulto projetos acima de R$ 50 milhões quando financiados com recursos do Orçamento da União e acima de R$ 100 milhões quando financiados pelas estatais.

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Limite de juros para cheque especial começa a valer no dia 6

Modalidade de crédito com taxas que quadruplicam uma dívida em 12 meses, o cheque especial terá juros limitados a partir da próxima segunda-feira (6). Os bancos não poderão cobrar taxas superiores a 8% ao mês, o equivalente a 151,8% ao ano.

A limitação dos juros do cheque especial foi decidida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) no fim de novembro. Os juros do cheque especial encerraram novembro em 12,4% ao mês, o que equivale a 306,6% ao ano.

Ao divulgar a medida, o Banco Central (BC) explicou que o teto de juros pretende tornar o cheque especial mais eficiente e menos regressivo (menos prejudicial para a população mais pobre). Para a autoridade monetária, as mudanças no cheque especial corrigirão falhas de mercado nessa modalidade de crédito.

Conforme o BC, a regulamentação de linhas emergenciais de crédito existe tanto em economias avançadas como em outros países emergentes. Segundo a autoridade monetária, o sistema antigo do cheque especial, com taxas livres, não favorecia a competição entre os bancos. Isso porque a modalidade é pouco sensível aos juros, sem mudar o comportamento dos clientes mesmo quando as taxas cobradas sobem.

Tarifa

Para financiar em parte a queda dos juros do cheque especial, o CMN autorizou as instituições financeiras a cobrar, a partir de 1º de junho, tarifa de quem tem limite do cheque especial maior que R$ 500 por mês. Equivalente a 0,25% do limite que exceder R$ 500, a tarifa será descontada do valor devido em juros do cheque especial.

Cada cliente terá, a princípio, um limite pré-aprovado de R$ 500 por mês para o cheque especial sem pagar tarifa. Se o cliente pedir mais que esse limite, a tarifa incidirá sobre o valor excedente. O CMN determinou que os bancos comuniquem a cobrança ao cliente com 30 dias de antecedência.

Brasília - Agências do Banco do Brasil vão funcionar de tarde por causa do jogo da seleção

BB insentará clientes de tarifa sobre cheque especial em 2020. (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

No último dia 23, o Banco do Brasil anunciou que dispensará os clientes da tarifa em 2020. Segundo a instituição financeira, a isenção tem como objetivo fortalecer a relação com os clientes.

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